sábado, 9 de agosto de 2014

 Vivo em um labirinto, 
 não o criado para  Minotauro,
 mas o de Jorge Luís Borges,
o labirinto de mim mesma.
Perdida em mim,
 nem os meus labirintos funcionam.
Sem a informação necessária,
o movimento constante,
torna-me uma náusea ambulante.
Enfraquecida, procuro a saída,
que não existe na linha reta.

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