Vivo em um labirinto,
não o criado para Minotauro,
mas o de Jorge Luís Borges,
o labirinto de mim mesma.
Perdida em mim,
nem os meus labirintos funcionam.
Sem a informação necessária,
o movimento constante,
torna-me uma náusea ambulante.
Enfraquecida, procuro a saída,
que não existe na linha reta.